“Temos de dar o salto na reabilitação urbana”, diz ministro do Ambiente

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Foi durante o almoço-conferência organizado pela revista Vida Imobiliária APPI, que o ministro do Ambiente, João Pedro Matos, realçou a importância de ter cidades melhores, mais densas, dando o salto na reabilitação urbana que ainda não foi dado.

O ministro deu o exemplo das cidade de Lisboa e Porto, frisando que “já há reabilitação do edificado”, mas reiterou que é preciso fazer mais, visto que “o mercado não resolveu o problema da democratização do acesso à habitação nos centros das cidades”.

Outro dos temas abordados durante a conferência, foi a revisão do valor destinado à reabilitação urbana, nomeadamente aquele que provinha do Fundo Nacional de Reabilitação do Edificado (FNRE), apresentado em Abril.

Inicialmente, o Executivo revelou que o Fundo de Estabilização Financeira da Segurança Social (FEFSS) iria alocar 10% do seu valor em carteira, cerca de 1.400 milhões de euros, para participar no FNRE, mas recentemente soube-se que o financiamento da Segurança Social iria ser, afinal, de 500 milhões de euros.

O ministro do Ambiente aproveitou então a ocasião para voltar a abordar o assunto. “Os 1.400 milhões de euros são 10% do fundo que financiará o FNRE, o FEFSS, que permitirá que até 10% do capital que tem possa ser investido no imobiliário e fundos imobiliários. Esse dinheiro existe. Aquilo que nós sentimos é que temos dificuldade em utilizar este dinheiro todo no prazo de dez anos que temos para o próprio FNRE, por isso se falou em 500 milhões de euros”.

Uma das vantagens do FNRE é que este “não tem de cumprir as regras de Bruxelas, porque o dinheiro é dos portugueses”, disse o governante, enaltecendo também o facto do fundo não ter “uma limitação geográfica”. “É certamente nas maiores cidades do país, mas acreditamos que chegaremos a outras cidades”, disse.

Fonte: Idealista News | Fonte (imagem): Jornal de Negócios

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