Sem investimento, o setor de construção corre risco de colapso

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Risco de colapso é aquilo que enfrenta o setor da construção, segundo o presidente da Federação Portuguesa dos Industriais da Construção e Imobiliário (FECICOP) Reis Campos, no seguimento daquele que foi designado o “pior ano de sempre” no que se refere a investimento público no setor.

Após aquele que foi um ano negro para a construção, tendo-se registado mínimos históricos ao nível do número de concursos e adjudicações, Reis Campos revela a sua apreensão “Já se sabe que o Orçamento de Estado para 2016 nada trará a nível de investimento em obras públicas, toda a gente conhece a situação económica do país. A verdade é que a internacionalização ajudava a minimizar o problema, com os mercados externos a compensar a falta de obras em Portugal, mas com o arrastar da crise em Angola estamos a assistir a um regresso das construtoras e dos seus trabalhadores, o que é muito grave para um setor que perdeu, só nos últimos cinco anos, 36 mil empresas e 262 mil postos de trabalho”, disse o responsável ao Dinheiro Vivo.

Reis Campos acredita por isso que a solução para minimizar a crise dos mercados internacionais, passa por um papel mais interventivo do Estado. Para o presidente da FECICOP “Os instrumentos de financiamento a particulares para que possam investir na recuperação de imóveis”, são de capital importância para atrair e reter investidores estrangeiros, criando condições atrativas para players estrangeiros.

Fonte: Dinheiro Vivo (através de idealista.com)

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