Seis anos depois, Martifer regressa aos lucros

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O grupo Martifer voltou a registar resultados líquidos positivos, depois de fechar o exercício de 2015 com 1,2 milhões de euros de lucros, algo que não acontecia desde 2009.

Já o volume de negócios cresceu 17% para 221 milhões de euros.

O processo de reestruturação do grupo liderado por Carlos Martins fez-se ainda sentir na evolução da dívida líquida. A 31 de Dezembro, esta fechou nos 260 milhões de euros. Em causa estão menos 23 milhões do que no período homólogo de 2014, excluindo-se a Martifer Solar, activo que foi classificado para venda.

A principal fatia da carteira de vendas, 38%, situa-se na Europa ocidental, 10% na Europa de Leste e Médio Oriente, 13% na África Subsariana e 8% na Argélia. A esta lista acresce 31% de encomendas no sector naval, centradas na Europa.

No solar, o valor da carteira de encomendas é de 175 milhões de euros, das quais 72% se encontram também no velho continente.

Nos próximos anos, a prioridade da Martifer vai para “o reforço da presença internacional com enfoque nas geografias core e oportunidades atrativas em mercados com rentabilidades acima da média”, refere a empresa.

A aposta no crescimento das vendas nas áreas naval e alumínios, bem como a estratégia de rotação de ativos no segmento das renováveis, é outra das linhas de ação do grupo.

O plano de ação da gestão contempla ainda a redução do endividamento através do desinvestimento e alienação em ativos não estratégicos, o redimensionamento e adequação da estrutura e melhoria dos processos e eficiência operacional.

Fonte: Económico

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