PER: Uma agonia prolongada?

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O jornal Expresso fala na agonia de 200 construtoras envolvidas em processos de recuperação (PER), mas esta poderá ser apenas uma das faces de um problema mais profundo, que começou a germinar com todo o seu vigor em 2011.

Várias empresas estão inseridas em processos especiais de revitalização (PER) aprovados pelos credores, de acordo com dados do ministério da Justiça trabalhados pela Informa DB.

Esta será uma solução improvisada para manter vivas algumas empresas, mas na verdade pouco contribuirá para a resolução dos problemas das empresas, é apenas uma questão de dar tempo para que “o milagre aconteça”, refere o Expresso.

Em sete anos o setor da construção perdeu metade da sua produção, tornando-se cada vez menos relevante para a economia nacional a partir do conturbado ano de 2011.

Já a Ramos Catarino acredita na salvação, estando em negociações com o fundo Vallis Construction que poderá tornar-se na quinta construtora a ser absorvida pelo conglomerado Elevo, mantendo, todavia, a marca autónoma.

Vítor Catarino, administrador do grupo, evita o assunto Vallis, dizendo apenas que “a abertura ou reforço de capital é um dos pontos essenciais do plano estratégico”. A construtora lançará mão de “todas as ferramentas que permitam reforçar a robustez financeira e capacidade operacional”. A execução do PER “revela-se, segundo os próprios bancos, um caso de estudo e um instrumento precioso na recuperação da empresa”, acrescenta Vítor Catarino.

Fonte: Expresso

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