FMI em Angola? Boas notícias para os empresários portugueses

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Esta ideia é transmitida pelo Observador, que falou com vários empresários portugueses em Angola, destacando-se o sentimento de esperança na recuperação económica do país com a chegada do FMI, das indústrias e dos negócios.

Para Pedro Castro, presidente da Multilem, uma empresa de design e produção de eventos, a aterragem do FMI em solo angolano traz mais do que dólares, traz “uma análise aprofundada do potencial e das fraquezas da economia angolana. Haverá um plano estruturado — “tenho essa esperança”, refere o empresário português.

“Uma oportunidade para mudar”           

Mais rigor. Mais organização. Mais produção interna e menos importações — “nós em Angola temos de importar tudo, mesmo os produtos básicos”. Pedro Castro diz-se “absolutamente convencido de que o FMI não vai compactuar com certos problemas que existem na economia angolana”

A estruturação da economia, diversificando-a, reduzindo a dependência face à cotação do petróleo, foi um dos argumentos apresentados governo de Angola para o pedido de financiamento ao FMI.

Alguns empresários portugueses acreditam que esta intervenção será benéfica também para Portugal, dando maior viabilidade à economia angolana, melhorando os fluxos de pagamento e de investimento.

Fonte: Observador (adaptado)

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