Filha de Salvador Caetano cria ALMARIA , marca de reabilitação urbana de luxo

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ALMARIA é uma marca 100% portuguesa que tem como propósito de reabilitar edifícios de forma diferenciada e singular, que pertence à Parimob – Investimentos Imobiliários acaba de lançar para investir na reabilitação urbana em Lisboa.

Inicialmente serão investidos 15 milhões de euros para reabilitar quatro edifícios em Lisboa, No total, terão 60 apartamentos para venda e exploração turística.

Através da nova marca, a empresa presidida por Ana Maria Martins Caetano, filha de Salvador Caetano, começará por aplicar 15 milhões de euros em quatro projectos na zona histórica da capital portuguesa, nas zonas do Chiado/Corpo Santo e Santos.
Posicionando-se no segmento premium, esse portefólio inclui os edifícios Ex-Libris (Rua da Misericórdia, Chiado), o Officina Real (Rua do Loreto, Chiado), o Edifício da Corte (Rua do Ferragial, Chiado/Corpo Santo) e o Bica dos Olhos (Rua da Boavista, Santos).
Três destes projectos destinam-se a arrendamento de curta duração e exploração turística com a marca Almaria. E o outro será colocado no mercado residencial, numa oferta de 60 apartamento no conjunto dos quatro imóveis.
Em comunicado, a Almaria explica que a portugalidade e a alma lisboeta bem como a valorização da história dos edifícios serão traços distintivos da oferta que vai comercializar. Por isso, para assinar os projectos de reabilitação foram convidados arquitectos portugueses como Luís Rebelo de Andrade, Ana da Costa ou Samuel Torres de Carvalho.

 

Parimob e Ana Maria Martins Caetano
Através da Almaria, a Parimob pretende actuar não só ao nível da construção, mas também da comercialização e exploração turística dos imóveis.
Ana Maria Martins Caetano detém actualmente 4,91% da SDC (ex-grupo Soares da Costa) através da Parinama, depois de, em Maio de 2015, ter reduzido a posição de 6,74% que tinha na construtora.
A empresária chegou a controlar 11% da Soares da Costa, após as partilhas na Salvador Caetano, em 2010. Essa participação chegou praticamente intacta até 2014, mas nesse ano viria a sofrer sucessivas reduções até ficar nos 6,74%.

Fonte: negócios.pt

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