Escória a criar fortes alicerces em Portugal

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Há quatro anos em Portugal, o grupo industrial norte-americano Harsco, começa a crescer no nosso país, com uma política baseada no reaproveitamento de resíduos (escória).

Mas como é que tudo isto funciona?

A escória (lixo produzido pela indústria siderúrgica) é transformada num agregado inerte para a construção, o ASIC. Este é um produto que dá uma segunda vida aos resíduos industriais, passando por uma série de etapas : acondicionamento, tiragem, lavagem e britagem.

O ASIC é considerado um subproduto do aço, sendo utilizado preferencialmente para a construção de parques de estacionamento, estádios de futebol, jardins e estradas.

Segundo a empresa fabricante, o ASIC apresenta algumas vantagens face ao seu principal concorrente, a pedra:

  • Maior resistência e duração que a pedra
  • Preços por tonelada bastante reduzidos
  • Quando compactado solidifica como o Betão
  • Maior resistência ao escorregamento devido às suas faces angulares

Actualmente, a escória é recolhida das unidades sideúrgicas do Seixal e da Maia.

O ASIC, foi utilizado por exemplo na construção dos Estaleiros Centrais da Teixeira Duarte, Aeroporto Francisco Sá Carneiro ou ainda no novo relvado sintético do Estádio do Bessa.

Fonte: Público | Fonte (imagem): Público

Controle, em pormenor, a actividade das suas máquinas e pesados nas diferentes obras.

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