Empresas não aumentam nem contratam, particularmente as da construção

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De que forma as empresas portuguesas se defenderam da crise na sua fase mais austera (2010-2013) ? Foi precisamente isso que o Banco de Portugal quis apurar através de um inquérito realizado junto de várias empresas, tendo concluído que a receita foi, na maioria dos casos, reduzir remunerações e emprego.

O inquérito foi realizado junto de 5000 empresas de diferentes áreas de negócio e setores de actividade, tendo sido apurado que cerca de 37% das empresas optaram pelo congelamento ou diminuição do número de contratações (14,8%); pela não renovação de contratos a prazo (35,4%) e despedimentos individuais (18,7%).

E as empresas do setor da construção?

O inquérito apurou também que os setores mais afetados pela crise foram os setores da construção, energia e comércio, tendo sido também aqueles que de forma mais regular utilizaram estas práticas de ajustamento orçamental.

As empresas da construção civil inquiridas pelo estudo, revelaram ter utilizado o despedimento coletivo em 26,3% dos casos e os despedimentos individuais em 47% dos casos em que foi necessário maior contenção orçamental.

Por: Pedro Araújo | Fonte: Diário de Notícias (adaptado) | Fonte (imagem) : Económico

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