Continuam os incentivos de “angolanização” do setor da construção, agora na engenharia

0

Perante a falta de formação e de profissionais no setor da construção e engenharia angolana, Alivío Fernandes (engenheiro civil e administrador adjunto para a área técnica do município de Cazenga, Luanda) visitou uma escola de estudos preparatórios alertando para a importância e responsabilidade da profissão.

Segundo Alívio Fernandes, o candidato a engenheiro deverá gostar de desafios, de coisas difíceis e de solucionar problemas.

“O engenheiro se falhar nos cálculos de um prédio com 48 apartamentos e cada um albergar oito pessoas, acaba por matar 384 pessoas. Uma curva de estrada mal projetada, provoca acidentes, portanto quem quiser ser engenheiro deve entregar-se de corpo e alma a engenharia do ramo escolhido, quer seja mecânico, informático, de petróleos, construção civil, químico  entre outros”, advertindo para importância dos estudos e do domínio de disciplinas basilares como a Matemática.

O engenheiro civil Informou ainda que Angola tem menos de mil engenheiros e para contrapor este deficit encorajou os jovens no sentido de se dedicarem aos estudos e escolherem o ramo das engenharias de acordo com a vocação.

Esta notícia surge na sequência dos esforços do Governo Angolano, no sentido de formar os seus quadros ligados ao setor da construção, diminuindo a dependência externa.

Controle, em pormenor, a atividade das suas máquinas e pesados nas diferentes obras.

Share.
Saiba mais sobre:   Internacional

Leave A Reply