Com o FMI em Angola, construtoras esperam receber dívidas em atraso

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A esperança renasce em Angola para as construtoras portuguesas, até porque “A situação só pode melhorar. Neste momento, a indústria está quase parada e as obras em execução decorrem a um ritmo muito lento”, comenta ao Expresso o presidente da Lena, Joaquim Paulo Conceição.

Os responsáveis das construtoras acreditam que o financiamento da economia através da intervenção do Fundo Monetário Internacional (FMI), permita a regularização das dívidas às suas empresas.

Para Reis Campos, presidente da associação sectorial AICCOPN, subscreve a visão virtuosa da intervenção do FMI e a convicção de que as construtoras receberão os seus créditos, em especial do Estado.

O pedido de ajuda confirma que Angola está “numa situação limite e manifesta a firme vontade de a resolver”, comenta o empresário. A fileira da construção foi a que sofreu “um desgaste mais acentuado com a falta de divisas no país e só a tem a beneficiar com a clarificação da situação”.

Reis Campos admite que permaneçam ativas no mercado 9 mil empresas da fileira da engenharia e construção e que o número de trabalhadores portugueses ronde os 130 mil.

Os presidentes da Lena e AICCOPN admitem que, num primeiro momento, o programa de ajustamento do FMI conduza a corte no investimento e redução de obras públicas. Mas, construtoras ficam a saber com o que podem contar.

Fonte: Expresso

Controle, em pormenor, a atividade das suas máquinas e pesados nas diferentes obras.

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