Com novas obras Soares da Costa recua no despedimento coletivo

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O longo episódio da relação entre a construtora Soares da Costa e os seus trabalhadores, parece ter finalmente um capitulo feliz, com o anúncio do recuo do despedimento coletivo que a empresa tinha anunciado há uns meses atrás.

Na origem desta decisão está a previsão de um volume de negócios a rondar os 80 milhões de euros, com novas obras e projetos em carteira. Daí que a construtora deva necessitar dos serviços dos cerca de 400 trabalhadores entre Portugal e Angola.

Para Albano Ribeiro, presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Construção, a decisão de despedimento coletivo é, neste cenário de projetos em carteira, ilegal. O sindicalista refere que a empresa não poderá iniciar um despedimento coletivo tendo novas obras e mais volume de trabalho.

Esta informação advém de um documento interno da Soares da Costa, entretanto revelado. Mediante este cenário, o Sindicato decidiu desmarcar a ação de protesto que tinha agendado junto às instalações da empresa.

Apesar desta notícia positiva, os trabalhadores continuam a falar de salários em atraso que variam entre os três e os seis meses.

Fonte: Porto Canal

Controle, em pormenor, a atividade das suas máquinas e pesados nas diferentes obras.

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