Odebrecht: Cargos pagavam subornos e luvas

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Funcionários exclusivos e extremamente bem pagos, é esta uma das faces ocultas do escândalo Lava Jato, que envolve a construtora brasileira Odebrecht. Esta estrutura paralela era utilizada para movimentar dinheiro oriundo de subornos políticos, corrupção e pagamento de luvas.

O dinheiro era pago através de contas mantidas noutros países, em África, nos Emirados Árabes e até em Portugal, afirmaram ontem os coordenadores da força especial da Polícia Federal e do Ministério Público, após nova fase da Operação Lava Jato, que apura desvios na petrolífera Petrobras.

Nesta fase, desencadeada um dia após a prisão em Lisboa de Raul Schmidt, também suspeito de envolvimento na fraude, foram cumpridos 110 mandados em nove estados brasileiros. Há pelo menos 15 mandados de prisão contra executivos e funcionários da Odebrecht.

Os investigadores adiantaram que a estrutura paralela funcionou pelo menos até julho do ano passado. Mas, acrescentaram, logo após o início da Operação Lava Jato, em 2014, a construtora enviou os funcionários envolvidos para outros países, para os proteger da operação e manter o esquema.

Fonte: Correio da Manhã

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