África não cresce porque não há obras – António Mota

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A Mota-Engil está a reduzir o número de trabalhadores em Angola, à medida que o volume de negócios em África quebra de forma progressiva evidenciando um novo paradigma neste mercado que durante anos dominou os esforços da empresa e alimentou a faturação do grupo.

O presidente da construtora lusa, António Mota, acredita que o paradigma mudou “Enquanto o preço do petróleo estiver como está, o mercado em África será dominado por uma maior contenção e estagnação do volume de negócios, pois não há obras suficientes para crescer”, referiu à margem do 8º Congresso Rodoviário Português.

A estratégia da Mota-Engil passa agora pela mobilização de trabalhadores para mercados mais atrativos, como o da América Latina (saber mais) “Em Angola, desde o início do ano, reduzimos de 700 para 400 e não chegamos ainda ao fim. Há um número máximo que queremos atingir e que não está longe”, explicou o empresário, recusando-se a adiantar o número final.

Fonte: Construir (adaptado)

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