AECOPS critica OE2016: “trava o relançamento da construção”

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O Orçamento de Estado para 2016 corresponde a uma “má gestão dos apoios comunitários, a menos emprego e a menos rendimento” travando assim o “relançamento do setor e da economia portuguesa”, acusa a AECOPS – Associação de Empresas de Construção e Obras Públicas e Serviços.

A associação critica a política de investimento público, ou como apelida “desinvestimento público” “ preocupante e mesmo alarmante”, estando em causa a redução de 2,1 mil milhões de euros “menos 45% do que a dotação orçamental”

“Nestas circunstâncias, em 2016 o montante do investimento efetivo é substancialmente inferior (menos 1,7 mil milhões de euros), reduzindo-se significativamente a capacidade do investimento público funcionar como motor ou alavanca da economia”, sustenta a AECOPS, notando que este novo orçamento “garante a Portugal o segundo lugar entre os países da União Europeia onde o peso do investimento público no PIB mais caiu”.

Alertando para as “consequências negativas do desinvestimento público no curto e no médio prazo”, a associação defende “o relançamento do investimento público centrado na qualificação do espaço público e na valorização do território, mas também em infraestruturas de transportes viradas para a conectividade internacional (ferrovia e portos) e na melhoria da mobilidade e dos transportes públicos nas cidades”.

Para a AECOPS, só assim será possível “o início de uma recuperação sustentada do setor da construção”.

Fonte: Dinheiro Vivo (adaptado)

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