18 trabalhadores de subempreiteira da EDP vivem em “condições desumanas”

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Um T3 para 18 trabalhadores. São estas as condições oferecidas pela empresa Silva e Vinhas, uma subempreiteira da EDP, o Sindicato da Construção Civil, pela voz do seu presidente Albano Ribeiro, fala em “condições desumanas”.

O sindicalista revelou ao Jornal de Notícias (JN), “O que se passa aqui é desumano e o instituto que não intervém adequadamente no setor não deveria perder tempo, mas sim ver a situação com os próprios olhos” disse.

Um T3 para 18 trabalhadores. São estas as condições oferecidas por uma subempreiteira da EDP, Sindicato da Construção Civil, fala em “condições desumanas”.

O dirigente sindical afirma que os trabalhadores se encontram a viver “ao monte” na mesma casa, sendo que esta apenas possui uma casa de banho “Fazem fila para tomar banho e dormem até em camas espalhadas na cozinha”.

Segundo Albano Ribeiro, os trabalhadores da empresa Silva e Vinhas, com sede em Penafiel, realizam tarefas abaixo das suas qualificações. “São eletricistas, mas são usados como serventes”, precisou o dirigente, que ainda acusou a empresa de não pagar horas extraordinárias nem as quatro horas semanais que gastam na deslocação. Questões que já terão sido expostas pelo Sindicato à administração da firma especializada em redes de transportes, eletricidade e telecomunicações.

“Houve uma reunião no dia 2 deste mês, mas responderam-nos que estavam a cumprir e transferiram a responsabilidade para o encarregado-geral da obra”, disse ainda. Os trabalhadores não quiseram falar e o encarregado da obra que está a ser feita nos distritos da Guarda e Viseu também esteve disponível para esclarecimentos.

Fonte: Jornal de Notícias | Fonte (imagem): Jornal de Notícias

Controle, em pormenor, a atividade das suas máquinas e pesados nas diferentes obras.

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